Organizador é acusado de enganar compradores com prêmios falsos e promover loteria clandestina
A Delegacia de Porto da Folha concluiu, nesta terça-feira (4), a investigação sobre a rifa irregular “Ação do Ano Brasil”, que prometia prêmios de luxo avaliados em cerca de R$ 20 milhões. Entre as ofertas estavam uma fazenda, um trator, um Audi Q3 e um Fiat Strada — mas tudo sem autorização legal.
De acordo com o inquérito, o organizador foi indiciado por propaganda enganosa e por promover loteria não autorizada. A apuração revelou que os bens divulgados como prêmios não pertenciam ao suspeito nem à empresa envolvida, mas estavam em nome de terceiros.
Promessa milionária caiu por terra
“O objetivo era ludibriar os compradores da rifa”, afirmou o delegado Marcos Carvalho, responsável pelo caso. O organizador admitiu não saber quanto arrecadou com as vendas feitas por aplicativos.
Com base nas provas, a Polícia Civil pediu à Justiça a suspensão imediata da rifa, medida que foi concedida pelo Judiciário sergipano. “A rifa está oficialmente suspensa, e o investigado deve apresentar esclarecimentos sobre o valor arrecadado”, destacou o delegado.
Agora, tanto o organizador quanto outras pessoas estão proibidos de vender ou divulgar a promoção em qualquer plataforma. A Polícia Civil reforça que denúncias sobre rifas ilegais podem ser feitas pelo número 181, com total sigilo.
Principais Destaques:
- Rifa “Ação do Ano Brasil” prometia prêmios falsos e foi suspensa
- Investigado responderá por propaganda enganosa e contravenção
- Justiça determinou o fim imediato das vendas
- Valor arrecadado segue sob investigação
- Polícia orienta denúncias pelo 181
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Foto: SSP/SE


