Artista jamaicano deixa legado global com sucessos históricos e participação marcante no cinema.
A música mundial perdeu, nesta segunda-feira (24), um de seus maiores nomes: Jimmy Cliff, pioneiro do reggae e figura essencial para levar o ritmo jamaicano aos quatro cantos do planeta. A família comunicou sua morte aos 81 anos por meio de nota divulgada no Instagram.
Nascido em St. James, Cliff ganhou projeção internacional na década de 1960, quando suas canções ultrapassaram fronteiras e abriram caminho para a popularização do reggae. Entre seus grandes clássicos estão You Can Get It If You Really Want, Wonderful World, Beautiful People e o emblemático I Can See Clearly Now.
No Brasil, a estrela jamaicana conquistou forte presença nas rádios durante os anos 1980, embalando gerações com Reggae Night e Rebel In Me, músicas que até hoje figuram entre as mais lembradas pelos fãs do gênero.
Sua carreira também se destacou no cinema. O longa Balada Sangrenta (1972) apresentou Cliff como protagonista e se tornou obra fundamental para difundir o reggae nos Estados Unidos, reforçando o impacto cultural de sua atuação.
Segundo a esposa, Latifa Chambers, o músico sofreu uma convulsão seguida de pneumonia. Em mensagem pública, ela agradeceu o apoio de admiradores ao redor do mundo e ressaltou que Jimmy Cliff viveu pautado pelo carinho de seus fãs.
Um legado que permanece vivo
Mesmo após décadas de estrada, Cliff seguia inspirando jovens artistas e mantinha seu nome como sinônimo de resistência, autenticidade e identidade jamaiquina. Sua partida encerra um ciclo histórico, mas sua música segue eterna.
• Morte de Jimmy Cliff é confirmada pela família
• Cantor levou reggae da Jamaica ao mundo
• Sucessos marcaram brasil e exterior
• Papel no filme Balada Sangrenta virou referência
• Causa da morte: convulsão seguida de pneumonia
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