Protesto no Centro Administrativo de Aracaju exige ações da prefeita Emília Corrêa e mais atenção às comunidades do Lamarão, Japãozinho e Santa Maria.
O auditório do Centro Administrativo Prefeito Aloísio Campos, em Aracaju, amanheceu ocupado por cerca de cem moradores de três bairros da capital. Vindos do Lamarão, Japãozinho e Santa Maria, eles protestam desde a noite de terça-feira (11) por melhorias estruturais e pela criação de um hospital especializado no atendimento de pessoas neurodivergentes.
Os manifestantes afirmam que já estiveram em reuniões anteriores com a prefeita Emília Corrêa, mas sem avanços concretos. “Já sentamos com ela duas vezes e até agora nada foi feito. Ontem à noite, fecharam as portas e estamos aqui dentro sem poder sair”, relatou Viviane, uma das líderes do movimento.
Prefeitura diz que hospital não estava na pauta
Em nota, a Prefeitura informou que mantém diálogo com as comunidades e que algumas das reivindicações antigas estão em andamento — como a construção de uma nova UBS, a criação de linha de transporte escolar e o reforço no atendimento de saúde.
Segundo o município, no entanto, a proposta de construir um hospital neurodivergente é nova e não estava entre as pautas anteriores. Ainda assim, a gestão afirma que segue aberta para discutir o tema, convidando os moradores a formar uma comissão representativa.
A Guarda Municipal permanece acompanhando o protesto para garantir a segurança no prédio e evitar incidentes.
Destaques:
- Protesto reúne cerca de cem pessoas em Aracaju.
- Manifestantes cobram hospital neurodivergente.
- Prefeitura diz que já cumpre parte das demandas.
- Prefeita Emília Corrêa ainda não se pronunciou pessoalmente.
- Ato é monitorado pela Guarda Municipal.
Acompanhe o caso e diga: o hospital neurodivergente deve ser prioridade em Aracaju?
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Foto: Reprodução


