Acordo firmado por Trump e Xi Jinping reduz tarifas, retoma comércio agrícola e dá respiro ao mercado global
A Casa Branca oficializou neste sábado (1º) o acordo comercial considerado “histórico” entre os presidentes Donald Trump e Xi Jinping. A reunião bilateral, realizada na Coreia do Sul, marcou um momento raro de cooperação entre as duas maiores economias do mundo.
Pequim flexibiliza e abre o jogo
A China concordou em suspender os controles de exportação de minerais estratégicos como gálio e germânio, reduzir tarifas sobre soja e milho e retomar importações agrícolas dos EUA — totalizando 12 milhões de toneladas neste ano e 25 milhões anuais até 2028. Além disso, o governo chinês encerrará sanções contra empresas de semicondutores americanas e limitará o envio de insumos usados na fabricação de fentanil. Também está previsto o retorno das compras de petróleo e gás do Alasca.
Washington recua nas tarifas
Pelo lado americano, o acordo inclui redução de tarifas sobre produtos chineses de 57% para 47% e o cancelamento do plano de sobretaxa de 100% sobre exportações chinesas. Outras isenções tarifárias serão prorrogadas até 2026, e investigações contra os setores naval e logístico da China foram suspensas.
Embora o pacto alivie o clima comercial, especialistas destacam que ele tem validade de apenas um ano e não resolve pontos sensíveis, como a questão de Taiwan e as disputas tecnológicas.
Principais Destaques:
- Trump e Xi selam acordo “histórico” na Coreia do Sul
- China voltará a importar soja e milho dos EUA
- EUA reduzem tarifas e suspendem novas sanções
- Trégua tem validade de um ano
- Questões sobre Taiwan seguem em aberto
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