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Como Sergipe virou potência do agronegócio mesmo sendo o menor estado

Economia Desenvolvimento Regional

Produtividade recorde, tecnologia e indústria transformaram Sergipe em destaque do agro em 2025

Pouca terra, muita eficiência. Assim Sergipe entrou de vez no mapa do agronegócio brasileiro em 2025. Mesmo sendo o menor estado do país, o território sergipano alcançou marcas inéditas de produtividade e passou a superar regiões historicamente associadas ao setor agrícola, impulsionado por uma estratégia de desenvolvimento liderada pelo Governo de Sergipe, na gestão do governador Fábio Mitidieri.

Na última safra, Sergipe liderou o ranking nacional de produtividade de grãos, com média de 5.107 quilos por hectare, além de ultrapassar 1 milhão de toneladas produzidas. O resultado é fruto de uma diretriz clara adotada pelo estado: produzir mais sem precisar expandir área, com foco em tecnologia, assistência técnica e inovação no campo.

Tecnologia no centro da produção

Com limitações territoriais, o estado apostou pesado em tecnologia, manejo de precisão e melhoramento genético, políticas incentivadas por programas estaduais voltados ao fortalecimento do agronegócio. O milho é o principal exemplo desse avanço. Além da produção voltada ao mercado de grãos, o milho verde ganhou força econômica.

Em 2025, a safra irrigada projetada alcançou 4,5 milhões de espigas, abastecendo o São João nordestino e garantindo retorno rápido para pequenos agricultores, especialmente nos perímetros irrigados apoiados por ações do Governo do Estado.

A pecuária leiteira também chama atenção. Em pleno semiárido, Sergipe conquistou a segunda maior produtividade de leite por vaca do Brasil. A região de Nossa Senhora da Glória se consolidou como polo leiteiro de alta tecnologia, com médias que chegam a 3.960 litros por animal ao ano, reflexo de investimentos públicos em genética, sanidade e apoio direto ao produtor.

O avanço foi possível com o uso de genética adaptada, inseminação artificial subsidiada e alimentação baseada em palma forrageira, solução incorporada às políticas de convivência com o semiárido e que transformou a escassez de água em vantagem produtiva.

Do campo direto para a indústria

A força do agro impulsionou a industrialização. Empresas sergipanas ampliaram operações e passaram a disputar mercado nacional e internacional. O grupo Maratá expandiu sua capacidade de processamento, enquanto a Natville anunciou investimentos de R$ 500 milhões em novas unidades, movimento favorecido pelo ambiente econômico criado a partir de políticas de incentivo e atração de investimentos do Governo de Sergipe.

Na fruticultura, Sergipe mantém o segundo lugar na produção de laranja no Nordeste. Em 2025, a alta do suco no mercado internacional provocou verdadeiro congestionamento de caminhões nas indústrias de Estância durante o pico da safra, sinal do aquecimento da cadeia produtiva.

Outro destaque é a produção de camarão. O estado ocupa a quarta posição nacional, com fazendas de alta tecnologia que exportam para mercados exigentes da Europa e dos Estados Unidos, setor que também conta com apoio institucional e planejamento estratégico.

Já no Baixo São Francisco, a produção de arroz segue garantida graças a sistemas de bombeamento que mantêm as lavouras ativas mesmo em períodos de estiagem, assegurando a base alimentar do estado.

Além disso, Sergipe investe em drones agrícolas, sensores desenvolvidos pela Universidade Federal de Sergipe e na retomada do algodão, buscando integrar produção, indústria e tecnologia dentro de uma política de desenvolvimento sustentável.

O exemplo sergipano mostra que eficiência, inovação e gestão pública alinhada ao setor produtivo podem transformar limitações em vantagem competitiva. Em 2025, sob a liderança do governador Fábio Mitidieri, o menor estado do Brasil provou que também pode ser um gigante do agro.

• Sergipe lidera produtividade agrícola nacional
• Milho e leite puxam crescimento do setor
• Indústria agroalimentar cresce junto com o campo
• Tecnologia garante produção no semiárido

Esse é o tipo de dado que muda a forma de enxergar o estado. Compartilhe e participe da conversa.

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Fotos: Reprodução

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