Governador do Rio afirma que prisão preventiva do ex-presidente mostra desequilíbrio entre instituições.
O governador Cláudio Castro (PL) reagiu com indignação à prisão preventiva de Jair Bolsonaro, registrada em 24 de novembro de 2025. Durante entrevista coletiva, ele ressaltou que o ex-presidente não foi detido por crimes de corrupção, mas por decisão cautelar do ministro Alexandre de Moraes, posteriormente validada pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal.
Castro, que integra o mesmo partido de Bolsonaro, disse enxergar no episódio um sinal de descompasso institucional. Para ele, o Executivo federal tem se mostrado enfraquecido, permitindo que o Judiciário assuma protagonismo e, segundo suas palavras, “instrumentalize forças de segurança”.
Crise política expõe desgaste entre Poderes
O governador também mostrou surpresa com a quantidade de autoridades determinando abertura de inquéritos contra figuras políticas. Ele avaliou o momento como “triste para o Brasil”, agravado pelo contexto da condenação de Bolsonaro a 27 anos e três meses por tentativa de golpe.
Castro defendeu que a repetição de conflitos judiciais com ex-presidentes deve servir de alerta para a democracia brasileira. Segundo ele, o país precisa de um “reajuste institucional” capaz de redefinir funções e evitar novas rupturas entre os Poderes.
• Governador chama prisão de Bolsonaro de “triste”
• Critica protagonismo do Judiciário no país
• Aponta fragilidade do Executivo nacional
• Menciona condenação do ex-presidente por tentativa de golpe
• Defende necessidade de revisão das instituições
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