Reunião inédita na Casa Branca marca reaproximação entre EUA e Síria após anos de guerra e isolamento.
Um encontro improvável movimentou a cena mundial nesta segunda-feira (10). O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, abriu as portas da Casa Branca para o sírio Ahmed al-Sharaa — ex-comandante da Al-Qaeda e atual líder do governo em Damasco.
O gesto simboliza a retomada das relações diplomáticas entre dois países que estiveram em lados opostos por mais de uma década. É a primeira visita de um líder sírio a Washington desde 1946.
De inimigo número um a aliado estratégico
Al-Sharaa, que já foi caçado pelos EUA e teve preço de US$ 10 milhões por sua cabeça, agora é tratado como parceiro político. Há apenas um ano, ele liderava o grupo jihadista HTS, responsável pela queda do ditador Bashar al-Assad.
Para os EUA, a aproximação com Damasco é uma jogada para conter o Irã e impedir que o Estado Islâmico volte a se reorganizar. Para os sírios, significa um respiro econômico e o início de um processo de reintegração internacional.
Na sexta (7), os EUA retiraram o nome de al-Sharaa da lista de terroristas. E, logo após o encontro com Trump, anunciaram a suspensão das sanções contra a Síria por 180 dias — uma virada que promete mexer com a geopolítica do Oriente Médio.
Destaques:
- Ex-líder da Al-Qaeda é recebido por Trump na Casa Branca.
- Síria pode integrar coalizão internacional contra jihadistas.
- EUA tentam frear influência iraniana na região.
- Suspensão de sanções dá fôlego ao governo sírio.
- Encontro marca fim de décadas de isolamento diplomático.
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